8/29/2006
8/06/2006
de volta à Babilónia.

É assim que passa uma semana a voar. A percorrer caminhos de terra, que nos levam aqui e ali, sem uma luz ver em todo o seu caminho. O contacto com a natureza que nos torna perspicazes o suficiente para perceber que nada mais importa, que todo o resto são meros estimuladores de vida.
Traçam-se novos conhecimentos, novas amizades, depois de um caminho à boleia com quem não se conhece. E ri-se, festeja-se não se sabe bem porquê, mas é festa na aldeia, um bem essencial aos que por perto vivem.
É ver o céu limpo de poluições, acompanhado de um barulho de grilos que cantam alegremente. Nada mais! E o mundo é o aqui e o agora. Chega essa busca de procurar o que não se tem.
Percebi que com pouco se pode ser bastante feliz.
E é chegar a casa e ter um recado para beber daquele chá e não comer mais morcela nem chouriço, é ver a preocupação de quem me recebe.
É também ver a solidão. O deixar passar uma tarde inteira que seja, calmamente esperando o seu amor, sentado no sofá da varanda. Esperando o amor que foi para o campo, trabalhar. Não podendo fazer nada mais, apenas esperar.
É um estar mais perto do Mundo.
No fim, enriquecido com a experiência. Também um misto de tristeza, deixar de novo a solidão abraçar os corações de quem lá fica.
Traçam-se novos conhecimentos, novas amizades, depois de um caminho à boleia com quem não se conhece. E ri-se, festeja-se não se sabe bem porquê, mas é festa na aldeia, um bem essencial aos que por perto vivem.
É ver o céu limpo de poluições, acompanhado de um barulho de grilos que cantam alegremente. Nada mais! E o mundo é o aqui e o agora. Chega essa busca de procurar o que não se tem.
Percebi que com pouco se pode ser bastante feliz.
E é chegar a casa e ter um recado para beber daquele chá e não comer mais morcela nem chouriço, é ver a preocupação de quem me recebe.
É também ver a solidão. O deixar passar uma tarde inteira que seja, calmamente esperando o seu amor, sentado no sofá da varanda. Esperando o amor que foi para o campo, trabalhar. Não podendo fazer nada mais, apenas esperar.
É um estar mais perto do Mundo.
No fim, enriquecido com a experiência. Também um misto de tristeza, deixar de novo a solidão abraçar os corações de quem lá fica.